Cabecalho-Logo_CCN_ICOMOS_BR_Fort.png

Publicações

Publications

Produção Científica do Comitê 

Scientific Production of the Committee

Livros e Capítulos

Books and Chapters

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.; LUCENA, V. ; WALMSLEY, D.  Fortes de Pernambuco. 1. ed. Recife: GRAFTORRE LTDA., 1999. v. 1. 204p ALBUQUERQUE, M. A. G. M.; LUCENA, V. . Forte Real do Bom Jesus: Resgate arqueológico de um sítio Histórico. 1. ed. Recife: CEPE., 1988. v. 1. 72p .

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.; ALBUQUERQUE, V. C. L. . Fortificação e Humanidade. In: Jeanine Mafra Migliorini. (Org.). Sítios Históricos e Centros Urbanos. 1aed.Ponta Grossa (PR): Atena Editora, 2018, v. , p. 135-147.

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.. Arqueologia de Unidades de Defesa. In: Fernanda Codevilla Soares. (Org.). Arqueologia das fortificações: perspectivas. 1ed.Florianópolis: Lagoa, 2015, v. , p. 9-37.

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.. Holandeses en Pernambuco. Rescate material de la Historia. In: PÉREZ, José Manuel Santos; SOUZA, George F. Cabral de (Editores). (Org.). El desafío holandés al dominio ibérico en Brasil en el siglo XVII - Salamanca. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2006, v. , p. 107-160.

BARTHOLO, Roberto; MATTOS, Flávia e SANTOS JUNIOR (Ed.). Patrimônio cultural de origem militar: contribuições do ICOFORT RIO 2017. Rio de Janeiro: Florescer, 2019. Disponível em: <http://www.ltds.com.br/wp-content/uploads/2020/04/icofort.pdf> (Acesso em 10 de julho de 2020).

TONERA, Roberto e OLIVEIRA, Mário (Org). As defesas da Ilha de Santa Catarina e do Rio Grande de São Pedro em 1786 de José Correia Rangel. – 2 ed., ver. – Florianópolis: Ed. Da UFSC, 2015.

Artigos

Articles

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.; ALBUQUERQUE, V. C. L.; WALMSLEY, D.. Forte Bass testemunho da guerra holandesa nas Alagoas. In: R. Bartholo, F. Ferreira de Mattos, & J. C. Dos Santos Junior, Patrimônio Cultural de Origem Militar. Contribuições do ICOFORT Rio 2017 (pp. 83-100). Rio de Janeiro: LTDS Florescer, 2019.

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.; ALBUQUERQUE, V. C. L. . Acervo arqueológico do forte orange - estruturas preservadas. Noctua: Arqueologia e Patrimônio, v. Volume II, p. 3-37, 2018.

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.; BARTHEL, Stela G. A. . Arqueologia de uma fortificação: o Forte Orange a Fortaleza De Santa Cruz em Itamaracá, Pernambuco. Revista Clio Arqueológica, v. 31, p. 94-104, 2016.

ALBUQUERQUE, M. A. G. M. Arqueologia - Forte Orange e seu cotidiano material. Revista da Cultura, v. 19, p. 26-35, 2012.

________. Arqueologia da Fortaleza de São José de Macapá. Revista da Cultura, v. Ano VIII, p. 40-46, 2014.

________. Arqueologia do Forte dos Reis Magos em Natal. Revista da Cultura, v. 24, p. 22-31, 2014.

________. Arqueologia do Forte Orange II. Revista da Cultura, v. 16, p. 44-51, 2010.

________. As escavações arqueológicas no Forte de Orange. Revista brasileira de arqueometria, restauração e conservação, v. 01, p. 51-55, 2007.

________. Fernando de Noronha: uma ilha de defesa e a defesa da ilha. Revista da Cultura, v. 21, p. 34-48, 2013.

________. O Arco da Conceição, uma das antigas portas do Recife: uma aproximação arqueológica. CLIO. Série Arqueológica (UFPE), v. 01, p. 151-167, 2006.

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.. Remanescentes materiais do Período Pombalino no Amapá. Revista brasileira de arqueometria, restauração e conservação, v. 01, p. 313-319, 2007.

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.; LUCENA, V. . Fortificação e Humanidade. In: Simpósio Científico 2017 - ICOMOS BRASIL, 2017, Belo Horizonte-MG. Anais do Simpósio Científico 2017 - ICOMOS BRASIL, 2017.

________. Arqueologia Amazônica - O potencial arqueológico dos assentamentos e fortificações de diferentes bandeiras. In:  Arqueologia Amazônica 2  /  Organizado por  Edithe Pereira e Vera Guapindaia. Belém: MPEG; IPHAN; SECULT, p. 968-1019, 2010.

BARTHOLO, Roberto. As fortificações como sítios simbólicos de pertencimento. In: R. Bartholo, F. Ferreira de Mattos, & J. C. Dos Santos Junior, Patrimônio Cultural de Origem Militar. Contribuições do ICOFORT Rio 2017 (pp. 25-29). Rio de Janeiro: LTDS Florescer, 2019.

HOYUELA JAYO, Jose Antonio. A fortificação do Sistema de Defesa Atlântico durante o período da União Ibérica no Brasil. In: R. Bartholo, F. Ferreira de Mattos, & J. C. Dos Santos Junior, Patrimônio Cultural de Origem Militar. Contribuições do ICOFORT Rio 2017 (pp. 101-119). Rio de Janeiro: LTDS Florescer, 2019.

________. O Brasil Hispânico: Fontes para análise do território, da memória e da paisagem do período da união ibérica. In: L. (. Barci Castriota, Anais do 4º Seminário Ibero-americano: Arquitetura e documentação. Belo Horizonte: UFMG, MACPS; ICOMOS Brasil; IEDS, 2015.

________. Sistemas Territoriales Patrimoniales (STP): Paisajes Sustentables. Casos: Fortalezas del Miño, Camiños a Santiago, Urbs Iberoamericana. In: R. Tonera, Seminario Internacional sobre el Plano Diretor das fortificações de Santa Catarina. Florianópolis: UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina, 2014

________. Planes Directores para STP: entre los planes de gestón de la UNESCO y los planes de acción del IPHAN. Casos: Ouro Preto, Parque Municipal Américo Rennê Giannet, de las Fortificaciones del Miño. In: R. Tonera, Seminário Internacional sobre o Plano Diretor das fortificações de Santa Catarina. Florianópolis: UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina, 2014.

HOYUELA JAYO, J. A., DOS SANTOS, J. C., & TONERA, R. Fortificações no Brasil: e seu futuro através do Planejamento Sustentável. Em Anais do VII Congresso de Mestres e Conselheiros. Belo Horizonte: UFMG, 2015.

LYRA, Cyro Corrêa. A arquitetura da fortaleza de Santa Cruz de Anhato Mirim. In: Revista Arquivos, Centro de Estudos Portugueses, UFPR, n° 3. CDU -05-690. PP.5/17.Junho, 1971.

________. Barroco na Arquitetura Militar de Santa Catarina. In: Revista Barroco, n° 12. Anais do Congresso do Barroco no Brasil/Arquitetura e Artes Plásticas, Ouro Preto 3 a 7 de setembro de 1981. Pp.285 – 290. Belo Horizonte,1983.

________. Proteção e Revitalização das fortificações do Brasil. In: CEAMA, Nº 8,2011. Publicação semestral do CEAMA – Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida. ISSN 16469089. Pp.60-66. Almeida, 2011.

MATTOS, Flávia; Bartholo Roberto e SANTOS JUNIOR. Visitações e Turismo em patrimônio militar sob a guarda do Exército Brasileiro: Implicações da candidatura de um conjunto de fortificações brasileiras a Patrimônio Cultural. Anais do XV Seminário ANPTUR – Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Turismo, 2018.  Disponível em:  <https://www.anptur.org.br/anais/anais/files/15/1150.pdf> (Acesso em 11 de julho de 2020).

MATTOS, Flávia F.. Sobre as fortificações históricas e a institucionalização do Exército Brasileiro. In: R. Bartholo, F. Ferreira de Mattos, & J. C. Dos Santos Junior, Patrimônio Cultural de Origem Militar. Contribuições do ICOFORT Rio 2017 (pp. 248-261). Rio de Janeiro: LTDS Florescer, 2019.

NORAT, R. C. C.; COSTA, M. L. O Arenito Ferruginizado da Fortaleza São José de Macapá. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia/BOGEAM, Ano 2 (2015), Belém, Pará, , v. Único, p. 22 - 22, 21 dez. 2015. Disponível em: <http://fortalezas.org/midias/arquivos/3279.pdf> (Acesso em 12 de julho 2020).

________. Caracterização e Procedência de Materiais Empregados na Fortaleza de São José de Macapá. In: 13º Simpósio de Geologia da Amazônia, 2013, Belém. 13º Simpósio de Geologia da Amazônia, 2013.

________. Materiais Construtivos Empregados em Fortificações da Amazônia. In: I Congresso de História da Construção Luso Brasileira, 2013, Vitória. Anais do I Congresso Internacional de História da Construção Luso-Brasileira, 2013.

________. Ilhas e fortes da Baía do Guajará: a Fortaleza de Nossa Senhora das Mercês da Barra de Belém do Pará, Brasil. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia - BOMGEAM, Belém, Pará, p. 13 - 15, 01 dez. 2016. Disponível em:< http://gmga.com.br/ilhas-e-fortes-da-baia-do-guajara-a-fortaleza-de-nossa-senhora-das-merces-da-barra-de-belem-do-para-brasil/> (Acesso em 12 de julho 2020).

________. Ilhas e fortes da Baía do Guajará em Belém do Pará, Brasil. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia - BOMGEAM, Belém, Pará, v. 3, p. 11 - 14, 14 out. 2016. Disponível em:< http://gmga.com.br/ilhas-e-fortes-da-baia-do-guajara-em-belem-do-para-brasil/>(Acesso em 12 de julho 2020).

________. A Fortaleza de Santo Antônio de Gurupá, Pará, Brasil. BOMGEAM. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia, v. 4 (2017), p. 1-3, 2017. Disponível em:< http://gmga.com.br/a-fortaleza-de-santoantonio-de-gurupa-para-brasil/>(Acesso em 12 de julho 2020).

________. As fortificações da Amazônia: desafios e perspectivas para sua manutenção e permanências. In: Anais do Simpósio Científico do ICOMOS-BRASIL, 2017, Belo Horizonte, 2017.

NORAT, Roseane et alii. Reconhecimento e Valorização do Patrimônio Militar: Diagnóstico, Caracterização e Iconografia na Era Digital do Baluarte Nossa Senhora das Mercês ou Forte São Pedro Nolasco em Belém/PA. In: 3º Simpósio Científico do ICOMOS Brasil, 2019, Belo Horizonte. Anais do 3º Simpósio Científico do ICOMOS Brasil. Belo Horizonte: Even3, 2019.

NORAT, Roseane da Conceição Costa; MOTTA, Giulia Maia; COSTA, Marcondes Lima da. XRD Mineralogical Characterization of Mortars from the São Pedro Nolasco Fort in Belém, Pará. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia. Disponível em: <http://doi.org/10.31419/ISSN.2594-942X.v72020i1a3RCCN> (Acesso em 12 de julho 2020).

NORAT, R. C. C.; MOURA, M. S. I.; LEITE, A. S. L.; COSTA, M. L. Iconography And Remote Sensing Applied to the Location of the Barra do Pará Fortress. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia.  Disponível em: <http://doi.org/10.31419/ISSN.2594-942X.v72020i1a8RCCN> (Acesso em 12 de julho 2020).

OLIVEIRA, C.; NORAT, R. C. C.; COSTA, M. L. O Baluarte e o Convento de Nossa Senhora das Mercês em Belém do Pará: Implantação Urbana e Construção. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia, v. 5 (2018), p. 1-12, 2018. Disponível em: <http://gmga.com.br/05-o-baluarte-e-o-convento-de-nossa-senhora-das-merces-em-belem-do-para-implantacao-urbana-e-construcao/> (Acesso em 12 de julho 2020).

SANTOS JUNIOR, José Claudio. As fortificações brasileiras como ícones de patrimônio, turismo e desenvolvimento social. Em CEAMA, nº 11. Almeida, 2014.

SANTOS JUNIOR, J. C. ; NORAT, R. C. C. . O ICOFORT e a preservação do patrimônio militar no Brasil. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia, Belém/PA, p. 57 - 58, 03 set. 2017. Disponível em: <http://gmga.com.br/09-o-icofort-e-a-preservacao-do-patrimonio-militar-no-brasil/> (Acesso em 12 de julho de 2020).

SZLAFSZTEIN, A. C.; NORAT, R. C. C.; COSTA, M. L. O Forte São Pedro Nolasco ou Baluarte Nossa Senhora das Mercês em Belém do Pará: Uma História em Blocos de Rochas. Boletim do Museu de Geociências da Amazônia, v. 5 (2018), p. 1-9, 2018. Disponível em: <http://gmga.com.br/04-o-forte-sao-pedro-nolasco-ou-baluarte-nossa-senhora-das-merces-em-belem-do-para-uma-historia-em-blocos-de-rochas/> (Acesso em 12 de julho 2020).

TONERA, Roberto. Fortalezas de Santa Catarina a caminho de tornarem-se Patrimônio Mundial. In: R. Bartholo, F. Ferreira de Mattos, & J. C. Dos Santos Junior, Patrimônio Cultural de Origem Militar. Contribuições do ICOFORT Rio 2017 (pp. 248-261). Rio de Janeiro: LTDS Florescer, 2019.

TONERA, Roberto. Metodologia de levantamento gráfico e mapeamento digital de patologias em fortificações. In: Anais do 2 er Seminario Regional de Ciudades Fortificadas. Montevideo: UFSC, 2006.

______________. As fortificações no Sul do Brasil e a sua documentação no Banco de Dados Internacional sobre Fortificações. Disponível em: <www.fortalezas.org>. In: F. C. Soares, Arqueologia das fortificações: perspectivas. Florianópolis: Lagoa, 2015.

 

Teses e Dissertações 

Theses and Dissertations

ALBUQUERQUE, Veleda C. L. O Forte de Óbidos: Uma visão Arqueológica. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Pernambuco, 1996.

MATTOS, Flávia Ferreira. Inovação institucional e patrimônio cultural de origem militar no Brasil. Tese de Doutorado – UFRJ/COPPE/Programa de Engenharia de Produção, 2018. Disponível em <http://www.producao.ufrj.br/index.php/br/informacoess-academicas/teses-e-dissertacoes/doutorado/2018/682--604/file> (Acesso em 11 de julho de 2020).   

NORAT, Roseane da Conceição Costa. Materiais construtivos e sua biodeterioração em fortificações da Amazônia. Tese de doutorado - Universidade Federal do Pará, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica, Belém, 2017. Disponível em: <http://www.ppgg.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/teses/2017_tese_Roseane_Norat.pdf> (Acesso em 11 de julho de 2020).

HOYUELA JAYO, Jose Antonio. Fortificações no Brasil Colonial. Elementos e técnicas constructivas (inédito). Belo Horizonte: Trabalho fim de curso da disciplina de Técnicas retrosprectivas, UFMG, 2015

________. HISPANICA URBS BRASILIARUM: El papel de la Unión Ibérica en la construcción histórica del territorio en los Brasiles (inédita). Valladolid: Tesis en Arquitectura y Urbanismo, Universidad de Valladolid, 2015.

Outras Indicações Bibliográficas

Other Bibliographic Indications

Nacionais

National

ALBUQUERQUE, Marcos. As escavações arqueológicas no forte de Orange. ARC – Revista Brasileira de Arqueometria, Restauração e Conservação, Olinda, v.1, n. 2, p. 51-55, 2007.

NORAT, Roseane; DA COSTA, M. L. As fortificações da Amazônia: novas fronteiras e desafios. In: O Patrimônio do Norte: outros olhares para a gestão. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional: 38 (1):125-143, 2018.

Internacionais

International

ALBUQUERQUE, M. A. G. M.. Assentamentos Militares: Una Perspectiva en Abordagem.. In: II Conferencia Internacional de Arqueologia Histórica Americana., 1995, Santa Fé.. Atas da II Conferencia Internacional de Arqueologia Histórica Americana.. Columbia/ South Carolina.: Univeersity of South Carolina., 1995. v. 1. p. 19-38.

HOYUELA JAYO, Jose Antonio. Brasil, una construcción hispánica. Em J. A. Hoyuela Jayo, & M. C. Teixeira, URBS IBEROAMERICANA, Memoria, Territorio, Lugar y Artificio de las ciudades castellanas y portuguesas entre los tratados de Tordesillas (1494) y San Ildefonso (1777). Giroestudio y Terysos, 2007.

________. La deconstrucción de las fronteras de Brasil: de Tordesillas a San Ildefonso (1498-1777). In: L. López Trigal, Fronteras europeas y latinoamericanas: de la geohistoria y los conflictos a los procesos de cooperación e integración. León: Secretariado de Publicaciones, Universidad de Léon, 2007.

________.  URBS IBEROAMERICANA, Memoria, Territorio, Lugar y Artificio de las ciudades iberoamericanas entre los tratados de Tordesillas (1494) y San Ildefonso (1777). In: A. 2006, Actas del V Congreso Internacional “Restaurar la memoria. Patrimonio y Territorio. Valladolid: Junta de Castilla y León, AR&PA, 2006.

________. URBS IBEROAMERICANA, Memoria, Territorio, Lugar y Artificio de las ciudades castellanas y portuguesas entre los tratados de Tordesillas (1494) y San Ildefonso (1777). Valladolid, Valladolid, España: Giroestudio y Terysos, 2007.

MARCOS, Jesús Varela. El Tratado de Tordesillas en la política atlántica castellana. Valladolid: Secretariado de Publicaciones e Intercambio Científico, Universidad de Valladolid, 1997.

MATTOS, F. F.; BARTHOLO, Roberto. Las Fortificaciones bajo la jurisdicción del Ejército de Brasil: reflexiones desde el caso de la Bahía de Guanabara, en Rio de Janeiro. In: I Congreso Internacional de Arquitectura Militar y Gestión de recintos fortificados, Veracruz, México, 2015., 2015.

NORAT, R. C. C.; COSTA, M. L. Caracterização de materiais e biodeterioração em fortificações da Amazônia. In: International Meeting on Fortifications and Military Heritage, 2017, Rio de Janeiro. Anais do International Meeting on Fortifications and Military Heritage. Rio de Janeiro: Icofort Brasil, 2017.

________.  Characterization, usage and provenance of building rocks in the Fortress of São José of Macapá (Amazon, Brazil). Engineering Geology, v. 253, p. 214-228, 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.1016/j.enggeo.2019.03.022> (Acesso em 11 de julho de 2020).

________. A linha de defesa do rio-mar: perdas e transformações da engenharia militar em Belém/PA (Brasil). In: Anais do Congresso Ibero-Americano Patrimônio, suas matérias e imatérias. Lisboa, 2016.

________. Técnicas Construtivas e Rochas na Engenharia Militar Luso-Brasileira na Amazônia: A Fortaleza de São José de Macapá (Amapá). In: 3º Congresso Internacional de História da Construção Luso-Brasileira, 2019, Salvador. Anais do 3º CIHCLB. Salvador: Núcleo de Tecnologia da Preservação e da Restauração, 2019. p. 1788-1802.

SZLAFSZTEIN, A. C. ; NORAT, R. C. C. Novas formas de apreensão do patrimônio militar: a modelagem digital como instrumento de conhecimento e difusão de ruínas ou fortificações desaparecidas. In: International Meeting on Fortifications and Military Heritage, 2017, Rio de Janeiro. Anais do International Meeting on Fortifications and Military Heritage. Rio de Janeiro: Icofort Brasil, 2017.

TONERA, Roberto. As fortificações paraguaias e brasileiras na Guerra da Tríplice Aliança e seu registro no Banco de Dados Internacional sobre Fortificações. In: AAVV, Memoria do Sexto Encuentro Internacional de Historia sobre la Guerra de la triple Alianza. Asuncíon: Asociación Cultural Mandu’arã, 2015.

Outras Produções Bibliográficas

Other Bibliographic Productions

Livros e Capítulos

Books and Chapters

BARRETTO, Annibal. Fortificações do Brasil: resumo histórico. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1958.

BARROSO, Claudia Maria Girão. Baía de Guanabara: Arquitetura e Paisagem na defesa da entrada. IPHAN, Rio de Janeiro, 2014.

CASTRO,  Adler Homero Fonseca de. Muralhas de Pedra, Canhões de bronze, Homens de ferro: fortificações do Brasil de 1504 a 2006. Rio de Janeiro: Fundação Cultural Exército Brasileiro, 2009. Vol. 1 - Fortificações de 1504-2006 - Rio de Janeiro.

________. Muralhas de Pedra, Canhões de bronze, Homens de ferro: fortificações do Brasil de 1504 a 2006. Rio de Janeiro: Fundação Cultural Exército Brasileiro, 2009. Vol. 2 - Regiões Norte e Nordeste.

________.Muralhas de Pedra, Canhões de bronze, Homens de ferro: fortificações do Brasil de 1504 a 2006. Rio de Janeiro: Fundação Cultural Exército Brasileiro, 2009. Vol. 3 - Região Nordeste.

________. Muralhas de Pedra, Canhões de bronze, Homens de ferro: fortificações do Brasil de 1504 a 2006. Rio de Janeiro: Fundação Cultural Exército Brasileiro, 2019. Vol. 4 - Região Sudeste e fronteiras Sul e Oeste.

________. O fecho do Império: História das Fortificações do Cabo Norte ao Amapá de Hoje. In: Flávio dos Santos Gomes. (Org.). Nas Terras do Cabo Norte: Fronteiras, Colonização e Escravidão na Guiana Brasileira – Séculos XVIII/XIX. Belém: Editora Universitária/UFPA, 1999, pp.129-193. 

FERREZ, Gilberto. O Rio de Janeiro e a defesa do seu Porto. Serviço de Documentação Geral da Marinha. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro,1972.

FORTE, Manoel de Azevedo. O Engenheiro português. Lisboa: Oficina de Manoel Fernandes da Costa, 2v. 1729.

GARRIDO, Carlos  Miguez. Fortificações do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.

GOES, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes, diplomatas. Aspectos da descoberta do continente, da penetração do território brasileiro extra-Tordesilhas e do estabelecimento das fronteiras da Amazônia. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, Instituto de pesquisa de relações internacionais, IPRI, 1991. Disponível em: <http://funag.gov.br/loja/download/000-navegantes_bandeirantes_diplomatas.pdf> (Acesso em 11 de julho de 2020).

LEMOS, Carlos. O Brasil (fortificações). Em R. Moreira, História das fortificações portuguesas no Mundo (pp. p. 235-254). Lisboa: Publicações Alfa, 1998.

MORI, Victor Hugo, et alii. Arquitetura Militar: um Panorama Histórico a Partir do Porto de Santos. São Paulo: Editora oficial do Estado, 2003. Disponível em: <https://www.academia.edu/1370039/Arquitetura_militar_um_panorama_hist%C3%B3rico_a_partir_do_Porto_de_Santos> (Acesso em 10 de julho de 2020).

NUNES, José Maria de Souza. Real Forte Príncipe da Beira. Rio de Janeiro: Fund. Emílio Odebrecht, Spala Editora, 1985, 375 p.

OLIVEIRA, Mário Mendonça de.  As fortificações portuguesas de Salvador quando Cabeça do Brasil. Salvador: Omar G / Fundação Gregório de Mattos. v. 1., 2004, 264 p.

OLIVEIRA, Mário Mendonça de. As Fortalezas e a Defesa de Salvador. Brasília, DF: Iphan/Programa Monumenta, 2008, p. 228.

SILVA-NIGRA, D. Clemente Maria da. O. S. B. Francisco Frias da Mesquita, Engenheiro-mor do Brasil. In : Revista do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, nº 9. Rio de Janeiro, 1945. p. 9-63.

STELLA, Roseli Santaella. Brasil e Espanha: do Tratado de Tordesilhas ao governo dos Felipe, rumo ás novas fronteiras sul-americanas. In: AA.VV., Brasiliana na Biblioteca Nacional: guia das fontes sobre o Brasil. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. Ministério da Cultura. Fundação Biblioteca Nacional, 2001.

VELLOZO, Diogo da Sylveyra. Arquitetura militar ou fortificação moderna. Transcrição e comentários: Mário Mendonça de Oliveira. Salvador : EDUFBA, 2005. 370 p. : il.

VIANNA, Arthur. As Fortificações da Amazônia. In Annaes da Bibliotheca Archivo Publico do Pará, Brazil. Typ. e Encadernação do Instituto Lauro Sodré, Tomo Quatro. Pará, 1905, p. 227-293.

Artigos

Articles

CAREAGA, Adriana. La gestión del patrimônio fortificado como construcción de educación ciudadana. In: R. Bartholo, F. Ferreira de Mattos, & J. C. Dos Santos Junior, Patrimônio Cultural de Origem Militar. Contribuições do ICOFORT Rio 2017 (pp. 40-53). Rio de Janeiro: LTDS Florescer, 2019.

CARDOSO, Alírio. A conquista do Maranhão e as disputas atlânticas na geopolítica da União Ibérica (1596-1626). Revista Brasileira de História [online]. 2011, vol.31, n.61, pp.317-338. Disponível em:<https://doi.org/10.1590/S0102-01882011000100016.> (Acesso em 11 de julho de 2020).

DORNELLES, B. P. & GAUER, D. R. C. Cidade Colonial do Brasil: influência espanhola nas políticas de povoamento pós União Ibérica (1640-1720). Porto Alegre: PUCRS, 2011. Disponível em: <http://www.pucrs.br/edipucrs/Vmostra/V_MOSTRA_PDF/Historia/83814-BRUNA_PASETTI_DORNELLES.pdf> (Acesso em 11 de julho de 2020).

IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Novas (Velhas) Batalhas – Educação Patrimonial no contexto das Fortificações de Pernambuco. Iphan, 2019.

MARQUES, Fernando Luiz Tavares; LEITE FILHO, Deusdedit. Arqueologia Em Fortificações Na Fronteira Oeste da Amazônia Colonial: Possibilidades de Pesquisa Também Enquanto Espaços de Contatos  Interétnicos. 1º Congresso Internacional de História da Construção Luso‐Brasileira, 2009.

MARQUES, Guida. O Estado do Brasil na União Ibérica - dinâmicas políticas no Brasil no tempo de Filipe II de Portugal. Penélope: Revista de História e Ciências Sociais. N.27, 7-35, 2002. Disponível em: <https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2596977> (Acesso em 11 de julho de 2020).

OLIVEIRA, José Lopes. Fortificações da Amazônia. In: ROCQUE, Carlos (org.). Grande Enciclopédia da Amazônia (6 v.). Belém do Pará: Amazônia Editora Ltda, 1968.

OLIVEIRA, Luiza Nascimento de. A ciência de fortificação: circulação das técnicas para a defesa e a representação do poder na América Latina.  Anais do 13° Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia, 2012. Disponível em: <https://www.13snhct.sbhc.org.br/resources/anais/10/1344962021_ARQUIVO_ArtigoSBHC2012.pdf> (Acesso em 11 de julho de 2020).

OLIVEIRA, Mário Mendonça de. Memória para Intervenção na Bateria do Castelo. In: Secretaria Executiva de Cultura do Estado do Pará. (Org.). Feliz Lusitânia/Forte do Presépio - Casa das Onze Janelas - Casario da Rua Padre Champagnat.. 1 ed. Bélem: Secretaria Executiva de Cultura do Estado do Pará, v. 4, 2006, p. 71-99.

REIS, Artur C. F. O estado das fortificações da Amazônia na quinta década do século XVIII. In Revista do Patrimônio e Artístico Nacional, Ministério da Educação e Cultura. Rio de Janeiro, 1956.

SOUZA, Augusto Fausto de. Fortificações no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 1885.

Teses e Dissertações 

Theses and Dissertations

DORNELLES, Bruna Pasetti. A cidade colonial brasileira na União Ibérica: base da expansão territorial e lugar de defesa. Tese de doutorado – PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), Porto Alegre, 2011. Disponível em: <https://tede2.pucrs.br/tede2/bitstream/tede/2371/1/430451.pdf> (Acesso em 11 de julho de 2020).

VILARDAGA, José Carlo. São Paulo na órbita do Império dos Felipes: conexões castelhanas de uma vila da América portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640). São Paulo: EDUSP, Tese de Doutorado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de História. Programa de Pós-graduação em história social, 2010.

Outras Indicações Bibliográficas

Other Bibliographic Indications

Nacionais

National

IHRU, Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana. Guia de Inventário: Fortificações Medievais e Modernas. Lisboa: IHRU, Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, 2015.

PAAR, Edwin. As Influências Teóricas Holandesas na Arquitectura Portuguesa Seiscentista: Luís Serrão Pimentel e a ‘Escola Holandesa’ de Fortificação, 2001. (Inédito)

Internacionais

International

ALBUQUERQUE, Caetano M. de F. e. Diccionário Téchnico militar de terra. Lisboa, Typographia do Anuário Commercial, 1905.

CORREIA, João Rosado (org.). Fortificações portuguesas no Brasil, dos descobrimentos à época pombalina. Monsaraz: Portugal TELECOM; Centro de Estudos Patrimoniais Lusófonos da Fundação Convento da Orada, 1999.

FERREIRA, Arnaldo Medeiros. Fortificações portuguesas no Brasil - da ''feitoria - fortaleza'' aos fortes de Pernambuco. Lisboa: Estado – Maior do Exército Portugués, 2002.

________. Fortificações portuguesas no Brasil. Lisboa: Círculo de Leitores, 2004.

________. Fortificação e povoamento do brasil – fases evolutivas e sua caracterização geral. In: J. A. Hoyuela Jayo, & M. C. Teixeira, URBS IBEROAMERICANA, Memoria, Territorio, Lugar y Artificio de las ciudades castellanas y portuguesas entre los tratados de Tordesillas (1494) y San Ildefonso (1777). Valladolid: Giroestudio y Terysos, 2007.

GUERRA, Fernando Cobos. Los ingenieros y las escuelas de fortificación europeas y su influencia en América. In: J. A. Hoyuela Jayo, & M. C. Teixeira, URBS IBEROAMERICANA, Memoria, Territorio, Lugar y Artificio de las ciudades castellanas y portuguesas entre los tratados de Tordesillas (1494) y San Ildefonso (1777). Valladolid: Giroestudio y Terysos, 2007.

MARCOS, Jesús Varela. El Tratado de Tordesillas en la política atlántica castellana. Valladolid: Secretariado de Publicaciones e Intercambio Científico, Universidad de Valladolid, 1997.

PIMENTEL, Luís Serrão. Methodo Lusitânico de Desenhar as Fortificações das Praças Regulares e Irregulares (Tratado de fortificación). Lisboa: Antônio Craesbeeck de Mello. Impresor de sua Alteza, 1680.

BELIDOR, Bernard Forest de. 1830. La Science dês ingeniers– Dan La conduit dês travaux de fortification et d’Architecture Civile. Paris: Chez Firmin Didot Frères, Libraires. Disponível em: <ttp://books.google.com.br/books> (Acesso em 10 de dezembro de 2013).

NUNES, A. L. P. As Fortalezas de Transição nos Cartógrafos do Séc. XVI. Segundo Congresso sobre monumentos militares portugueses. Lisboa, Associação Portuguesa de Protecção e Desenvolvimento da Cultura, 1983.

NUNES, A. L. P. Dicionário de Arquitectura Militar. Casal de Cambra, Caleidoscópio – Edição e Artes Gráficas, 2005, 261 p.

NUNES, P. Dicionário temático de Arquitectura Militar e Arte de Fortificar. Direcção do Serviço Histórico Militar. Estado Maior do Exército. Lisboa, 1991, 249 p.

VAUBAN, S. P. Traité de la defense des places: ouvrage original de M. Le Maréchal de Vauban. Paris: Charles-AntonieJombert, 1769. Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=YaFTrvy-ZHEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false> (Acesso em 22 de janeiro de 2014).

Outras Produções

Other productions

Audiovisual

Nós do Forte – um webdocumentário com os fortes e fortalezas da Baía de Guanabara, produzido pelo Laboratório Tecnologias, Diálogos e Sítios – LTDS/PEP/UFRJ. Coordenação geral: Roberto Bartholo.   http://nosdoforte.net/

 

Fortes do Brasil - série documental produzida pela TV Brasil. Primeira temporada com foco no sistema de defesa da Baía da Guanabara. https://tvbrasil.ebc.com.br/fortesdobrasil 

Ensaio Turismo virtual

Projeto educacional que permite sobrevoar simbolicamente a extensa fronteira (terrestre e marítima) do Brasil, visitando algumas fortificações coloniais. http://www.secomandi.com.br/turismovirtual

Modelos 3D

Modelo em 3D de fortificações integrantes na proposta brasileira do bem seriado “Conjunto de Fortificações do Brasil”. Trabalho coordenado pelo arqueólogo Marcos Albuquerque e disponibilizado para os estudos da elaboração da candidatura. https://sketchfab.com/19fortes

Modelo em 3D da Fortaleza de Nossa Senhora dos Remédios /PE. Imagem 3D. Acervo: Arqueolog pesquisas/ Aeroregistro, 2019.

Reportagens

Reportagem realizada em 1999, com o professor e coronel do Exército Élcio Rogério Secomandi, durante a abertura de uma trilha que liga a Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, Santos-SP, às ruínas localizadas na parte superior da fortaleza. Programa Revista Cultural. TV Mar / Record.  https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=gC-s4Wr3sas

Fortaleza de Santa Catarina , Cabedelo/PB. Imagem em 3D - Arqueolog pesquisas / Aeroregistro, 2019.

  • w-facebook

© 2015 By icomos.br